“A fonte maior da arte é o prazer do ser humano no trabalho diário necessário, que se expressa e incorpora na obra; nada Manual para o futuro além disso pode embelezar o espaço vital comum, e a beleza é um sinal do prazer do ser humano no trabalho, mesmo quando ele pode  sofrer em outras partes. É a falta desse prazer no trabalho cotidiano que tornou nossas cidades e habitações ordinárias e horríveis, insultos
à beleza da terra que elas desfiguram, e os objetos cotidianos ordinários, triviais, feios – numa palavra, vulgar. É terrível como isso perdura,  mas há uma esperança no futuro: como é certo que a feiura e a desgraça lá fora resultam da exploração e da miséria das pessoas, também  é razoável aguardar que com a abolição da exploração e da miséria, a feiura externa dará lugar à beleza, um sinal de trabalho livre e feliz.”

William Morris

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